quarta-feira, 8 de janeiro de 2014


NÃO AO DESCREDENCIAMENTO!

Exma. Sra. Presidenta da República, Dilma Roussef;

Precisamos de seu auxílio para demover o MEC da insanidade de propor o descredenciamento da UGF. Somos uma universidade que tem todas as condições acadêmicas aprovadas pelas avaliações do INEP. O País que cria universidades deve ser capaz de preservá-las. Não se pode ter o descredenciamento como única ação de solução definitiva, haja vista que  o Dec. lei 5773/2006 afirma no art. 52 a possibilidade de interveção e o art. 55 e o art. 55 afirma que o secretário deve determinar suas condições. Com a Galileo, ao invés de descredenciar que haja intervenção. Senão, que se responda antes ao requerimento da SUGF, que se oferece como mantenedora alternativa. A UGF não tem carência de mantenedoras, tem até disputa pela mantença. Isso mostra que temos qualidade suficiente para nossa autosificiência financeira. Deve o MEC cooperar com nossa preservação e não o inverso. Presidenta, seu apoio é fundamental.

Atenciosamente;

ADGF

Encaminhado por meio do Fale com a Presidenta

EXISTEM ALTERNATIVAS REAIS AO DESCREDENCIAMENTO?

O próprio MEC foi autor, em pelo menos dois casos recentes, aceitou soluções para o mesmo problema, a saber, má gestão administrativa, que não foram o descredenciamento:

Ano
Universidade
Problema
Ação do MEC
2004
PUC Petrópolis (RJ)
Má gestão administrativa, atrasos de pagamentos de salários
Promovido pela Justiça Federal, intervenção administrativa
2013
ULBRA
Má gestão administrativa, atrasos de pagamentos de salários
Promovido pela Justiça do Trabalho, intervenção no controle das contas para pagamentos de salários
2012-2014
UGF
Má gestão administrativa, atrasos de pagamentos de salários

DESCREDENCIAMENTO, NÃO!

Link caso Petrópolis





Porque estudantes, funcionários e docentes da UGF resistem e dizem não ao descredencimento?

Educação é ato amoroso que se faz no dia-a-dia. Universidades são patrimônio da sociedade, fazem a reprodução social dos saberes e criam saberes novos para construir modos de ser da nação. O Estado é quem deve proteger este patrimônio. A proteção deste patrimônio está em risco no caso da Universidade Gama Filho. A mantenedora, autorizada pelo MEC desde maio de 2012, não tem cumprido devidamente com seu papel. E, o MEC, quer o caminho mais fácil, sair de cena...

NÃO AO DESCREDENCIAMENTO!

Ontem, no Centro do Rio de Janeiro, paralisamos a Avenida Rio Branco, e nossos estudantes estavam em Brasília... porém, o MEC elegeu a surdez seletiva:




segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

SEM SALÁRIOS, SEM AULAS: ATO EM FAVOR DA UGF E DOS POSTOS DE TRABALHO

AMANHÃ, 7 DE JANEIRO DE 2014,

 PROFESSORAS E PROFESSORES, 

NÃO ADIANTA FICAR EM CASA RECLAMANDO. NOSSOS SALÁRIOS, NÃO ESTÃO PAGOS. PRECISAMOS NOS ORGANIZAR. O ATO NA CANDELÁRIA É PARTE DESSA ORGANIZAÇÃO. COMPAREÇAM, NÃO FALTEM! 

ESTAREMOS LÁ A PARTIR DAS 17H. NÃO AO DESCREDENCIAMENTO! 

EM FAVOR DA SOBREVIVÊNCIA DA UGF! 

EM FAVOR DA MANUTENÇÃO DOS POSTOS DE TRABALHO! 

EM FAVOR DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DOS ESTUDANTES!

domingo, 5 de janeiro de 2014

SEM SALÁRIOS, SEM AULAS: ATO DIA 7/01/2014

Professores e comunidade acadêmica da Universidade Gama Filho;

Nossa luta em favor da UGF e da permanência dos postos de trabalho continua.

Todos juntos, dia 7 de janeiro de 2014, na Candelária, a partir de 17h30, juntos, em favor da UGF!

Por um ano novo, feliz, e com respeito à comunidade acadêmica!

NÃO AO DESCREDENCIAMENTO!

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

2013/2014: O ANO VIRA E NOSSA VIDA ESTÁ VIRADA - SEM SALÁRIOS, SEM AULAS - COM MUITAS LUTAS! NÃO AO DESCREDENCIAMENTO DA UGF!

 QUE BRASIL É ESTE?
PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DA UGF PASSAM FOME COM OS SEUS FAMILIARES

Aos Membros da Comunidade Acadêmica da UGF (Docente, Discentes e Funcionários),
Aos Familiares de Funcionários e Pais de alunos da UGF
Aos Moradores da Cidade do Rio de Janeiro

No dia 27/12/2013 enviamos uma carta para o Sócio-controlador da Galileo Educacional, Dr Adenor Gonçalves dos Santos, com cópias para os diretores Dr. Wanderley Mardini Cantieri e Dr. Alex K. Porto, pedindo para que a mensagem também fosse transmitida para todos os outros diretores do grupo.

Em um breve resumo do que foi escrito nesta carta, cobramos o posicionamento da mantenedora com relação à situação em que chegamos neste momento, no qual nos encontramos: (1) SEM SALÁRIOS DE DIVERSOS MESES [SETEMBRO, OUTUBRO, NOVEMBRO E VENCENDO DEZEMBRO DE 2013 (08/01/2014)]; (2) SEM 13º SALÁRIO; (3) SEM PERCENTUAIS DE SALÁRIOS DE JANEIRO, FEVEREIRO, MARÇO E ABRIL DE 2013; e (4) SEM O 1/3 DE FÉRIAS DE 2013. É importante lembrar que diversas famílias estão passando NECESSIDADES para a compra de ALIMENTOS, pois não há mais dinheiro.

Para que nossas colocações fossem diretas nesta carta enviada, elencamos 8 perguntas que pudessem ser respondidas pelos diretores da Galileo Educacional, até mesmo para que pudéssemos tranquilizar os diversos funcionários, e suas famílias, neste momento difícil. As perguntas estão abaixo:

1) Sabemos que a questão salarial é a principal em toda a problemática. Diante disto, existem recursos para o pagamento de salários de Docentes e Funcionários?

2) Qual é a data real e final para o pagamento de todos os débitos destacados anteriormente? Lembremos que já foram dados 80 dias para que os recursos de pagamento fossem conseguidos.

3) Qual é a real vontade da mantenedora em continuar a frente do negócio?

4) A mantenedora deixará a intervenção ocorrer, bem como o descredenciamento da instituição? Se sim, qual o motivo?

5) Os prazos dados pelo MEC estão se encerrando. Quais serão os procedimentos adotados pela mantenedora neste momento? O pagamento, como sabemos, é a forma mais simples.

6) Quais são as ações previstas pela Mantenedora para que possamos recuperar a credibilidade que foi perdida?

7) Serão tomadas medidas de recuperação das instalações dos campi da instituição? Se sim, quais serão estas medidas e em que prazo?

8) Como estão sendo aplicadas as verbas angariadas com as mensalidades pagas pelos alunos? Os alunos estão fazendo os pagamentos!!

Infelizmente, chegamos ao dia 31/12/2013 (FINAL DO ANO) e não obtivemos NENHUMA RESPOSTA dos gestores para estas questões, a fim de que pudéssemos passar para a COMUNIDADE ACADÊMICA tranquilidade e segurança! O máximo que escutamos neste período foi: “ESTAMOS RESOLVENDO! TUDO DARÁ CERTO! ESTAMOS MUITO CONFIANTES”. Inclusive, foram mais de 3 MESES SEM NOS PAGAR para que pudessem resolver os problemas que teoricamente já estariam resolvidos, pois só dependeriam de AJUSTES, como sempre bem disse a direção da mantenedora! Somos PRIVADOS de qualquer tipo de informação realmente importante e relevante que esteja associada com a vida INSTITUCIONAL. Realmente tínhamos um canal de comunicação, no entanto, com o passar dos dias, observamos sua extinção por vontade dos gestores da GALILEO!

Vale expor aqui que na penúltima reunião que tivemos com o MEC em Brasília, perguntamos ao Secretário Geral de Regulação e Supervisão da Educação Superior sobre o projeto que a Galileo Educacional havia submetido ao ministério. Questionamos se os problemas que se apresentam hoje não poderiam ter sido identificados naquele momento da submissão dos planos e escutamos a afirmação de que este conjunto de planos e ações era EXCELENTE, haja vista que seu julgamento se deu por uma comissão altamente especializada! Tendo em vista isto, perguntamos se poderíamos ter acesso aos documentos e ao parecer dado pela comissão que analisou o projeto, mas este pedido nos foi negado! 

Vale ressaltar que de acordo com a Lei de Acesso à Informação (LEI 12.527, de 11 de Novembro de 2011), é direito do cidadão ter acesso à informações que se fazem importantes para o seu interesse particular ou para um conjunto de pessoas, salvo os casos em que as informações sejam: (1) Sigilosas, quando considerada imprescindível à segurança da sociedade (à vida, segurança ou saúde da população) ou ao Estado (soberania nacional, relações internacionais, atividades de inteligência); e (2) Pessoais; e ambas devem ser protegidas e ter o seu acesso e a divulgação controlados. Neste caso, não se aplicaria nenhuma das duas categorias, uma vez que os interesses estariam associados também aos trabalhadores e estudantes que dependem desde grupo de mantenedores.

Desta forma, diante desta situação, podemos nos questionar se a decisão do MEC foi bem acertada, e se realmente este plano apresentado era realmente EXCELENTE! Começamos a pensar que este conjunto de problemas que vivemos hoje poderia ter sido evitado com uma melhor análise, responsabilidade e rigidez por parte do Ministério da Educação. Devemos deixar claro que a responsabilidade de aprovação da mantença de uma instituição é do MEC e deve ser monitorada pelo mesmo. Portanto, é óbvio que em casos de problemas, caberá ao MEC ter que tomar medidas que preservem a Instituição, os Funcionários e os seus Estudantes, e PRINCIPALMENTE, corrijam um possível erro em ter aprovado a mantença que temos nos dias de hoje na UGF.

Infelizmente não possuímos “poderes extra-sensoriais”, que consigam nos favorecer com a capacidade de adivinhar o que acontecerá ao futuro de nossa instituição, no entanto o SILÊNCIO os quais os nossos gestores nos impõem, nos leva a crer que há INCERTEZA!!

Não escrevemos, ou falamos, utilizando BOATOS e sim FATOS, que nos levam a crer que a FALTA DE RESPOSTA de nossos GESTORES nos apontam um NEGATIVO e PÉSSIMO futuro para a nossa UGF.

Não somos PEDINTES de repostas e sim TEMOS O DIREITO às respostas, que devem ser dadas URGENTEMENTE por nossos gestores! Temos o direito de saber TODAS AS INFORMAÇÕES, pois trabalhamos, cumprimos nossa parte no Termo de Saneamento de Deficiências (TSD), em que nos compete Ensinar, Pesquisar e realizar atividades diversas para que a universidade dê certo e possa se manter. Somos parte atuante do TSD assinado pela Galileo Educacional diante do MEC.

EXIGIMOS RESPOSTAS E EXPLICAÇÕES À MANTENEDORA!!!

Gostaríamos de deixar claro que fizemos TUDO o que foi possível para obter respostas e saídas para todos os problemas que surgiram diante da administração de nossos gestores (sócio-controlador e diretores), mas as informações são GUARDADAS AS 7 CHAVES e não são divulgadas.

Até o presente momento não optamos por escolher tomar medidas mais drásticas, que pudessem entrar em embate grave com a mantenedora, tendo a ideia de que poderíamos fazer com que a instituição pudesse caminhar sem problemas. A GREVE atual foi  ferramenta utilizada para que pudéssemos negociar saídas para os problemas, e é necessária para que possamos demonstrar o quanto não concordamos com nenhuma das atitudes administrativas que estão colocando a Universidade Gama Filho a perda.

Diante do comportamento silencioso da mantenedora, das ações de administração que se repetem seguidamente e dos elementos que ficam mais evidentes a cada dia, é inevitável, infelizmente, que comecemos a desconfiar dos reais propósitos e intenções que envolvem a mantença de nossa IES pelo Grupo Galileo Educacional.

Aguardando as devidas respostas aos nossos questionamentos, anseios, dúvidas e CLAMANDO POR SOCORRO aos que possam ajudar e de direito possam fazer as ações devidas,

Desejamos um Ano de 2014 com mais dignidade e respeito para todos,

ADGF e Comunidade Acadêmica.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Carta da Direção da ADGF ao Pastor Adenor e à diretoria da Galilleo Educacional

Carta da Direção da ADGF ao Pastor Adenot e à diretoria da Galilleo Educacional

Prezados Dr. Adenor Gonçalves dos Santos, Dr. Wanderley Mardini Cantieri, Dr. Alex Kleymann Porto e demais diretores,
Bom Dia!!!
Hoje, dia 27/12/2013 (2 dias após o Natal), chegamos a uma situação insustentável e caótica diante de todos os funcionários de nossa instituição de ensino, tendo em vista que neste momento a mantenedora completa os seguintes débitos com os docentes:
- Professores Não-demitidos: (1) ausência do salário de Outubro/13; (2) ausência do salário de Novembro/13; (3) ausência do pagamento de acordo em que deveriam ter sido pagos no mês de Outubro: 30% de salário referente à Fevereiro/13 e 30% de salário referente à Março/13; (4) ausência do pagamento de acordo em que deveriam ter sido pagos no mês de Dezembro/13: 20% de salário referente à Abril/13; (5) ausência do 13º salário, que deveria ter sido pago em 20/12/2013; (6) ausência do pagamento de 1/3 de férias de 2013, até o presente momento. Total de atraso em dias: 80 dias


- Professores com demissão anulada: ausência de todos os pagamentos anteriores, somados ao salário de Setembro/13. Total de atraso em dias: 110 dias.


Além disto, observamos as péssimas condições de trabalho, que envolvem: (a) salas de aula deterioradas; (b) falta de condições de higiene; (c) falta de SEGURANÇA; dentre outros problemas, como o não recolhimento de FGTS e repasse de INSS e as dívidas com todos os que foram demitidos.


Diante de todos os problemas destacados anteriormente, inevitavelmente, chegamos à deflagração da Greve, que foi protelada ao máximo para que não chegássemos a este ponto.


Associado a todos estes eventos, observamos que no dia 12/12/2013, o Ministério da Educação fez duras sanções aos problemas destacados, que culminam com o não cumprimento do Termo de Saneamento de Deficiências (TSD). Estas sanções vieram acompanhadas de prazos curtos para que possam ser dadas as respostas, pela Mantenedora, aos problemas vivenciados. Inclusive o atual prazo para resposta à portaria 672, que está se encerrando no dia de hoje (27/12/2013).


Durante todos estes dias foram divulgadas diversas datas para o pagamento de salários, com o não cumprimento para as mesmas. Muitas foram às explicações dadas ao corpo docente, funcionários e corpo discente, no entanto foram diversas as contradições nestas explicações. O grau de ansiedade aumentou e a credibilidade da mantenedora, incondicionalmente, despencou diante de todos.


A ausência de crédito da Mantenedora clama por alguma ação imediata. Causa espécie que diante de tal descalabro inexista qualquer comunicação oficial da Mantenedora, explicando o que quer que seja, e, nem mesmo informando nenhum procedimento para responder à Portaria 672 do MEC. Estamos todos em papos de aranha, é de profunda irresponsabilidade com os estudantes os procedimentos que os senhores têm adotado. É aviltante que a Mantenedora, sem cumprir nenhum compromisso, ainda mantenha a cobrança de mensalidades. Exigimos a mais pronta comunicação da Mantenedora e atitudes que correspondam à reparação das violações de direito que têm perpetrado.


Com muita indignação, 


Diretoria da ADGF

NENHUMA POSTAGEM DE COMENTÁRIO É OFICIAL

A política de comunicação do Blog é democrática, sem avalizar nenhum comentário. Apenas as postagens principais são comunicações oficiais da direção da ADGF.

SEM SALÁRIOS, SEM AULAS: Ninguém se deixe iludir!

Nenhuma sangria mais deve ser aceita, é um absurdo o que o Grupo Galileo Educacional continua a promover. Cobrar mensalidades, sem pagar a contraprestação dos serviços pelos quais recebe é absurdo dos absurdos!

O Grupo Galileo sequer informa mais sobre o encaminhamento da resposta à Portaria 672, do MEC!

SEM SALÁRIOS, SEM AULAS: MEC AUSENTE NO DIA 26/12

O MEC não atendeu uma vez mais aos apelos do legislativo do Rio, para solucionar o caso da UGF. Houve a reunião no Sinpro-Rio, com presença de docentes, funcionários, discentes e da SUGF. A SUGF informou que aguarda os encaminhamentos do MEC e que fará todos os esforços, com o apoio de investidor nacional e do Grupo Lusófona, para a retomada da mantença da UGF. 

Próximo passo: ato dia 7 de janeiro de 2013!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

POR UM NATAL AGUERRIDO E DE SONHOS, SEMPRE...



Cada uma e cada um da comunidade acadêmica da UGF, docentes, funcionários, estudantes, sabe da coragem e da esperança que precisa ter. Por um Natal, feliz, apesar do desrespeito que nos submetem, Mantenedora e MEC, Adenor e Mercadante... Para esta comunidade a mensagem de Fernando Pessoa, na voz de Maria Bethânia...



domingo, 22 de dezembro de 2013

Informe da reunião do dia 20/12/2013

Estivemos reunidos no teatro Dina Sfat, 33 docentes, ao redor de 20 estudantes e alguns funcionários. Notamos que a greve teve adesão total. Foi relatado o conjunto de fatos que se deu nesses dias:

12/12 - Reunião na Mantenedora, com gestores acadêmicos e ADGF, convocada por Peixinho. O informe foi que continuavam os esforços para adquirir os recursos para os pagamentos, que deveriam ser efetuados até o final de 2013, e que se esperava uma medida dura do MEC.
12/12 - Portaria 672, da SERES MEC, suspendendo vestibular e outras medidas;
A partir de 13/12 - a) Manifestações dos estudantes da UGF com forte repercussão na mídia; b) Contatos da ADGF com Mantenedora, Reitoria, deputados federais cariocas, SUGF, Lusófona. A Mantenedora, instada a reunião para responder à portaria do MEC, não respondeu à ADGF; a Reitoria indicou que a resposta ao MEC, no que tange à parte acadêmica da UGF estaria em curso; os deps. federais cariocas têm encaminhado seus requerimentos apresentados ao MEC, sem outras manifestações; a SUGF encaminhou documento de réplica como continuidade à solicitação de revogação de Mantença, que foi apresentado ao MEC; o Grupo Lusófona não se manifestou até agora. 
18/12 - Audiência na ALERJ sobre o caso Galileo-UGF: não compareceram o MEC, nem a Galileo, ficou demarcada a necessidade de reunião com o MEC.

Próximo passo: Reunião com o MEC, marcada por meio dos Deps. Paulo Ramos e Robson Leite, para o dia 26/12, 14h, no Sinpro-Rio,  com parlamentares, docentes da ADGF, Adoci, discentes, funcionários e MEC.

Segundo o Dep. Paulo Ramos, o Ministro Mercadante se pronunciou afirmando que enviará um representante do MEC para esta reunião, que foi marcada em data e horário conveniente ao MEC.

Dep. Robson Leite e Dep. Paulo Ramos, da ALERJ, com a UGF desde o início.

O caso da UGF é da esfera federal. Porém os deputados estaduais Paulo Ramos e Robson Leite tem apoiado a comunidade acadêmica da UGF desde o início da crise.

DEPUTADAS E DEPUTADOS CARIOCAS

Temos publicado todas as respostas das deputadas e deputados que se interessaram pelo caso da UGF. Conforme informado, apelamos às deputadas e deputados cariocas para que apóiem nossas três causas:

PELA SOBREVIVÊNCIA INSTITUCIONAL DA GAMA FILHO!

PELA MANUTENÇÃO DOS POSTOS DE TRABALHO DE DOCENTES E FUNCIONÁRIOS!

PELA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO E GARANTIA EFETIVA DA CONCLUSÃO DOS CURSOS DE NOSSOS ESTUDANTES!

Não a asfixia da UGF! Não ao descredenciamento!