quarta-feira, 30 de outubro de 2013

EM DEFESA DA UGF E PELO RESPEITO À COMUNIDADE ACADÊMICA

A ADGF respeita e apóia toda ação em favor da sobrevivência institucional da UGF e para o aperfeiçoamento das condições de trabalho acadêmica que possam advir da Mantenedora.

A ADGF, como entidade de defesa de direitos dos docentes, manifesta sua reivindicação para que o pagamento do salário de setembro, devido a todos, aos que já receberam pela diferença ainda não paga, e dos que ainda não receberam nenhuma parte desse salário, seja efetuado na sua integralidade, na próxima sexta-feira, sem parcelamento algum, dado ser salário devido e corresponder aos pressupostos de compromissos elencados no TSD. Além disso, a ADGF entende que o pagamento dos direitos já vencidos, e pagos a parcela dos docentes, correspondentes a 50% do salário de janeiro e ao 1/3 das férias de 2012, deverão ser pagos a este grupo que teve demissão anulada o mais rapidamente possível.

Como já expresso anteriormente, a ADGF repudia os atos demissionários ocorridos e entende que o melhor para o bom funcionamento da comunidade acadêmica é que se interrompam as demissões em 2013.2. A ADGF também expressa a solidariedade a todos os docentes demitidos e reivindica que as homologações e verbas rescisórias de todo este grupo sejam efetuadas imediatamente, como preconiza a legislação trabalhista.

Finalmente, a ADGF manifesta que a atenção a todos os cenários de ensino é uma necessidade premente, bem como a boa qualidade das condições de trabalho docente, e entende que a Mantenedora se esforçará por assegurá-los rapidamente, não apenas para cumprir com o TSD, que assim exige, senão por respeito aos estudantes da UGF e a toda comunidade acadêmica.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Assembléia da ADGF convocada para 8 de novembro

Em consequência das informações levantadas na reunião de 29 de outubro com a Galileo, convocamos a próxima assembleia de docentes para o dia 8 de novembro.

INFORMAÇÕES DA REUNIÃO ENTRE AS DIREÇÕES DA GALILEO E DA ADGF

Hoje, 29 de outubro de 2013, reuniram-se na sede da Galileo, as direções da Galileo e da ADGF para esclarecerem os procedimentos de cumprimento do TSD e dos pagamentos ainda atrasados de um conjunto de professores da UGF, que ainda não receberam os salários de setembro 2013, os 50% do salário de janeiro e o 1/3 das férias de 2012. A maioria deste grupos de professores tiveram a demissão anulada.

A Galileo estava representada pelo Prof. Samuel Dionizio, a Dra. Jocelane Aguiar, e o Prof. Jorge. Segundo a Galileo, os problemas persistem, há inadimplência dos estudantes. Houve uma diminuição do corpo discente, de 12 mil para 8 mil. Houve, apesar disso, novos ingressos, após a suspensão da medida cautelar do MEC, ao redor de 500 alunos.

A ADGF observou a necessidade de superarmos os cenários de incertezas, que deixam à comunidade acadêmica tensa e preocupada. Diante dessas observações iniciais podemos observar abaixo as questões levantadas pela direção da ADGF e as respostas oferecidas pela direção da Galileo (em itálico).

1. Quando será efetuado o pagamento do salário de setembro para os professores que tiveram a demissão anulada?

Foram mantidos, após a anulação das demissões, ao redor de 100 docentes da UGF. A partir de sexta-feira o pagamento do salário de setembro destes professores será efetuado. A intenção é pagar integralmente o mesmo, porém terá que ser avaliado o fluxo de caixa para tanto, podendo haver parcelamento.

A direção da ADGF entende que o pagamento integral deste salário é direito dos docentes.

2. Quando será efetuado o pagamento dos 50% de janeiro e 1/3 de férias de 2012 para os professores que tiveram suas demissões anuladas e para os casos pontuais?

Não há condições de indicação de data deste pagamento. Reconhece-se a dívida e após o pagamento do salário de setembro para este grupo, a partir de sexta-feira próxima, devemos discutir como efetuar este outro pagamento.

3. Como será corrigida a diferença do salário de setembro pago aos professores que foram considerados ativos à data do pagamento, que receberam os salários com a carga horária de 2013.2, sendo que o salário era referente a 2013.1?

Para a direção da Galileo o erro de valores pagos foi devido às informações que as coordenações dos cursos passaram à Mantenedora sobre os salários a serem pagos em setembro. A Mantenedora efetuou o pagamento conforme a carga horário e regimes de trabalho informados por aquelas coordenações. Se há erro eles deverão ser corrigidos.

Observação da direção da ADGF: O procedimento para a correção deste erro ainda não foi apontado, precisará ser indicado pela direção da Galileo. Parece que os coordenadores de curso que emitiram informação errada sobre a carga horária de setembro necessitarão corrigi-la.

4. Quando será efetuado o pagamento do salário do mês de outubro para todos os docentes?

Conforme compromisso assumido com o MEC. a Galileo pagará o salário de outubro no quinto dia útil de novembro, a saber, 7 de novembro para todos os docentes ativos, isto é, o conjunto dos docentes que estão atuando nos cursos em 2013.2, sem exceção.

5. Como estão as tratativas para a instalação dos cenários do curso de Medicina?

Os cenários de Medicina estão sendo renegociados. Já houve tratativas com os Bombeiros e com a Santa Casa. Outros cenários advirão ainda este semestre, porém é necessário aguardar a conclusão dos encaminhamentos em curso.

6. Como serão tratadas as atuais deficiências de infra-estrutura na Piedade e Quitanda?

Estes problemas estão sendo tratados um a um. O sistema de abastecimento d'água na Piedade está sendo limpo. Houve aquisição de bebedouros. O problema é que há mais de uma década não é feito investimento na infra-estrutura da Piedade. Há muito que ser feito.

7. Qual o planejamento para o cumprimento dos prazos do TSD?

Para ter sucesso na reestruturação precisamos ter equilíbrio. A atual administração recebeu um passivo oculto imenso. Estão sendo formadas equipes para cada um dos itens do TSD.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

OLHA O TSD: OS ATRASADOS DE JANEIRO E FÉRIAS NÃO FORAM PAGOS A TODOS, NEM OS SALÁRIOS DE SETEMBRO


Embora tenha havido, nesta data, o pagamento de alguns professores, acusamos que um grupo vem informando à ADGF que não teve, até agora, depósito em sua conta. Esse grupo inclui os professores que tiveram sua demissão revertida. É bom que fique claro que os professores que retornaram após a reversão das demissões ainda não receberam, também, o salário de setembro. Estas ações de não-pagamento destes itens configuram, como sabemos, um descumprimento do TSD firmado entre a SERES/MEC e a Galileo. Não aceitamos este tratamento dados aos docentes da UGF.

ALGUNS PROFESSORES INFORMAM QUE VISUALIZARAM O PAGAMENTO DOS 50% DE JANEIRO E 33,33% DAS FÉRIAS DE 2012

O Prof. Samuel Dionizio, diretor financeiro da Galileo, fez duas comunicações com a direção da ADGF. Na primeira, na parte da manhã, informou que o pagamento seria visualizado a partir de 12h para os profs. da UGF. Depois de 13h retornou a se comunicar informando que o pagamento seria visualizado a partir de 16h10. A partir das 17h alguns professores da UGF informaram a pessoas da direção da ADGF que o pagamento referente aos 50% de janeiro e ao 1/3 do adicional de férias de 2012 fora visualizado.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

ADIAMENTO DA ASSEMBLEIA

Em virtude de reunião marcada entre as direções da Galileo e da ADGF para segunda-feira próxima, fica adiada assembleia marcada para o dia de hoje, 24 de outubro de 2013.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A Galileo comunicou à ADGF, por intermédio de seu Presidente, que o pagamento de 1/3 das férias de 2012 e 50% do mês de Janeiro de 2013, foi depositado via Bradesco na data de hoje, 23/10/2013. Segundo a informação, este pagamento será visualizado no Banco Mercantil até às 12:00 hs de amanhã dia, 24/10/2013. A comunicação foi recebida pelo Presidente da ADGF em torno de 17:00 h.

23 de outubro de 2013

Conforme afirma o TSD, celebrado entre SERES e a Galileo, é pressuposto para a celebração do mesmo, destacado em primeiro lugar, o cumprimento de compromissos salariais com professores e técnicos, clebrados com os respectivos sindicatos ou associações representativas, o que inclui a pontualidade no pagamento dos salários. Ora, hoje, 23 de outubro de 2013 haveria de ser efetuado o pagamento de 1/3 de férias de 2012 e 50% do salário de janeiro, para todos os trabalhadores da educação superior da UGF. Não está feito até o momento, não há comunicação da Mantenedora sobre o fato, nem reação alguma do MEC.

Recordamos, também, que continua sem haver o pagamento de um grupo dos que permaneceram ativos, antes das demissões mais recentes; e de todos os que tiveram revertidas as demissões. O que é obviamente um atraso.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

DATAS: 23 DE OUTUBRO E 24 DE OUTUBRO

Os fatos que se seguiram após à greve indicam que o MEC e os docentes estão submetidos à lógica do capital que orienta à Mantenedora. Tivemos 247 docentes demitidos, com algumas demissões em revisão; tivemos cancelamentos de disciplinas em vários cursos, após o início do semestre 2013.2, deixando docentes e discentes desorientados; há situações de não pagamento de salários e pensões alimentícias de quem não havia sido demitido e todo o grupo dos que tiveram as demissões revertidas ainda não perceberam os salários de setembro.

Dia 23 de outubro é data de pagamento de 50% do salários de janeiro e de 1/3 de férias.

Dia 24 de outubro é data de assembleia de docentes.

A reversão das demissões cobrada pela Juíza da 22ª Vara não foi cumprida!

As verbas rescisórias dos atuais demitidos, segue o destino dos demitidos em 2011!

Injustiças perpetradas à comunidade acadêmica da UGF!

A comunidade acadêmica persiste, se faz representar nos processos acadêmicos, cooperativamente, até mesmo com eleição dos discentes para o DCE!

RELATÓRIO DA VISITA IN LOCO DO MEC EM AGOSTO

Embora este documento seja anterior à reunião em Brasília entre Galileo, SERES, Sinpro-Rio, ADOCI e ADGF, que se deu após o anúncio de 247 demissões de docentes, e, por conseguinte, anterior ao TSD, traz informações que são necessárias à nossa visão dos processos em curso.

Aqui à disposição o link para o relatório:

RELATÓRIO DA VISITA IN LOCO À UGF DE AGOSTO DE 2013

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

ATA ADGF 17 OUT 2013

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Ata da assembleia dos professores da UGF, em 17/10/2013. Iniciada às 17:30, sob a direção da ADGF e com a presença do Dr. Marcelo, advogado do Sinpro. Informes: a ADGF levou ao conhecimento da Galileo, na pessoa do Superintendente, Sr. Jorge Carvalho, questões levantadas na AGE anterior: atraso no repasse de pensões, situação do pagamento do salário de setembro de diversos professores (inclusive os tiveram a demissão revertida) e outras solicitações específicas de professores. O dirigente da UGF anotou as solicitações e prontificou-se a encaminhá-las à diretoria da Galileo. Conseguiu-se no dia de ontem uma reunião com Sr. Samuel Dionizio, diretor financeiro da Galileo, o qual informou que o pagamento no dia 23/10 está garantido. Quanto ao pagamento de setembro aos que não receberam, a informação colhida é de que se aguarda a conclusão da lista dos reintegrados para efetuar o pagamento de todos de uma vez. Encontram-se em curso as ações promovidas em defesa do direito dos professores: Ofício encaminhado ao MEC pelo Sinpro, cobrando providências em face das irregularidades verificadas nos últimos atos de demissão em massa promovidos pela Galileo (documento divulgado neste blog); acompanhamento da decisão a ser tomada pela juíza da 22ª Vara da Justiça do Trabalho. Foram apresentadas denúncias de que diversas turmas estão sendo fechadas com o cancelamento de disciplinas, o que vem causando mais redução da carga horária de professores e imenso transtorno aos alunos. Decisões: 1) insistir na busca de informações claras da Mantenedora sobre inúmeros pontos nebulosos que têm tirado a tranquilidade do corpo docente: a) a questão do fechamento de turmas; b) a definição da lista de demitidos; c) o pagamento dos professores que ainda não receberam; d) a correção do pagamento dos horistas que receberam setembro com base na carga horária de outubro; e) divulgação da nova estrutura de cargos da UGF (existe Vice-Reitor? existe Pró-Reitor Adjunto? etc.); f) medidas tomadas em cumprimento ao Termo de Saneamento celebrado com o MEC. 2) Marcar a próxima assembleia dos professores para dia 24/10, às 17 horas. --------------------------------------------------          
TODOS OS DOCENTES DA UGF ESTÃO CONVOCADOS, COMPAREÇAM!

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ASSEMBLEIA DE PROFESSORES DA UGF

HOJE - 17/10/2013 -  17:00h

PIEDADE, AUDITÓRIO B, MR 8º ANDAR

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Senado discute a situação das IES mantidas pela Galileo


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09/10/2013 - 15h25 Comissões - Educação - Atualizado em 09/10/2013 - 16h59

Prioridade ao lucro nas universidades particulares preocupa senadores

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Iara Guimarães Altafin
Debate realizado nesta quarta-feira (9) na Comissão de Educação (CE) revelou a preocupação dos senadores Cyro Miranda (PSDB-GO), Cristovam Buarque (PDT-DF), Lindbergh Faria (PT-RJ), Inácio Arruda (PCdoB-CE) e Ana Rita (PT-ES) com a tendência de “financeirização” da educação superior no Brasil, configurada no crescente controle de universidades particulares por grandes grupos econômicos.
– Estamos transformando as universidades particulares em fontes de capital para gerar lucro e não em entidades que mobilizem cérebros para gerar conhecimento e, se for o caso, tendo lucro. Até pode ter lucro, mas o motivo principal não pode ser esse – disse Cristovam.
Na avaliação do senador pelo DF, as recentes fusões e aquisições no setor mostram ainda que a busca de lucro não tem sido pelo produto da universidade, mas pela especulação do capital das instituições.
A audiência pública discutiu problemas enfrentados pela Universidade Gama Filho e pelo Centro Universitário da Cidade (UniverCidade), mantidos pelo grupo Galileo Educacional. Para o presidente da CE, senador Cyro Miranda, a crise nessas instituições cariocas seria apenas a “ponta do iceberg”, pois o parlamentar acredita que a transformação da educação em mercadoria já estaria comprometendo a qualidade da maioria das universidades particulares.
O senador Lindbergh Faria concorda e observa que o problema é agravado pela falta de regulação por parte do governo federal. Presente ao debate, Marta Wendel Abramo, da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), reconhece que o marco legal em vigor não é suficiente para fazer frente aos problemas gerados pelas recentes fusões e aquisições.
Lindbergh e Inácio Arruda cobraram a intervenção do MEC na gestão do grupo Galileo como mantenedor das universidades cariocas. Eles também apoiaram iniciativa de Cyro Miranda, de buscar junto ao ministro da Educação, Aloysio Mercadante, em reunião já agendada para esta tarde, uma ação efetiva do ministério para resolver o problema.
A intervenção também foi defendida pelo deputado estadual Robson Leite (PT-RJ), relator da CPI conduzida na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, para investigar desvios nas universidades privadas. O parlamentar e outros deputados estaduais e federais acompanharam a audiência pública.
Crise
Conforme relato de Letícia Portugal e Julliene Salviano, representantes dos estudantes do Centro Universitário da Cidade e da Gama Filho, respectivamente, problemas já enfrentados pelas universidades teriam se acentuado quando o grupo Galileo Educacional assumiu o controle de ambas, a partir de 2011.
Mesmo com aumentos de mensalidades e captação de recursos para a recuperação das universidades, as dívidas cresceram e os salários de professores e funcionários passaram a ser pagos com meses de atraso, além da demissão de grande numero de docentes. A crise estaria colocando em risco a formação de aproximadamente 15 mil estudantes das duas instituições.
Para Carlos Alberto Peregrino da Silva, da Sociedade Universitária Gama Filho, a responsabilidade seria da mantenedora, que não teria aplicado na recuperação das universidades os recursos captados para esse fim. Já Alex Porto, presidente do grupo Galileo, afirmou que o grupo busca meios para reduzir o passivo assumido desde 2011 e estaria finalizando nova captação de investimentos, sem revelar detalhes, alegando necessidade de sigilo.
Apenas neste ano, as universidades enfrentaram duas greves de professores e estudantes e, de acordo com as líderes estudantis, a mantenedora não conta com credibilidade da comunidade acadêmica e deveria ser afastada pelo MEC.
Mas esse não parece ser o plano do ministério, que trabalha na implementação de um termo de saneamento de deficiência, assumido pelo grupo Galileo, conforme informou Marta Abramo. Com essa estratégia, disse ela, o MEC espera obter tanto ações emergenciais como medidas estruturantes, de médio e longo prazos. E caso não sejam cumpridas, frisou, o termo prevê sanções para a mantenedora.
Ao encerrar o debate, Cyro Miranda alertou para a perda de qualidade do ensino superior no Brasil e voltou a criticar a mercantilização do setor.
– Educação não é uma commodity. Tem que ser levada a sério e ter um tratamento totalmente diferente – disse.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)