segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

PARA QUE SERVE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO?



VEJA COMO A MEDIDA DO DESCREDENCIAMENTO ADUZ ARGUMENTOS FALACIOSOS:


a) O IGC DA GAMA FILHO, 2012, É 3

Como o MEC pode alegar que essa é uma instituição de baixa qualidade acadêmica, se ela corresponde à avaliação que é exigida?

b) A GALILEO FOI ACEITA COMO MANTENEDORA PELO MEC, EM MAIO DE 2012

Como o MEC pode se locupletar de ter apresentado medidas em 2012 e 2013, quando aprovou a mesma Mantenedora, que se mostrou inapta, em maio de 2012, em meio a greves?

c) DESDE SETEMBRO A SUGF PLEITEIA A REVOGAÇÃO DA MANTENÇA

Como o MEC pode desconsiderar o fato de haver um pleito pela Mantença, em meio a uma crise como esta, e optar pelo descredenciamento sem se pronunciar sobre o pleito da SUGF. Ao menos deveria ter feito um pronunciamento qualquer, ao menos negativo... NÃO FEZ NADA!


DESCREDENCIOU PARA QUÊ! A QUEM ESTÁ BENEFICIANDO?


MANTIDA ASSEMBLEIA DOS DOCENTES DA UGF

NESTA TERÇA-FEIRA,  14/01/2014 - 18 HORAS

LOCAL: AUDITÓRIO DO SINPRORIO 
               Rua Pedro Lessa, 35 - 2º andar

PAUTA:


AVALIAÇÃO DE MEDIDAS DIANTE DA NOTÍCIA DE DESCREDENCIAMENTO

NOTÍCIA DO PORTAL MEC: COVARDIA CONTRA A GAMA FILHO

Leiam a notícia sobre o descredenciamento:

Covardia com os funcionários, docentes e estudantes da Gama Filho
ASSEMBLEIA DE PROFESSORES DA UGF

NESTA TERÇA-FEIRA,  14/01/2014 - 18 HORAS

LOCAL: AUDITÓRIO DO SINPRORIO 
               Rua Pedro Lessa, 35 - 2º andar

PAUTA:
         - Medidas na busca de se evitar o descredenciamento da UGF;
         - Outros encaminhamentos.









quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A SOBREVIVÊNCIA INSTITUCIONAL DA UGF SERÁ UMA VITÓRIA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR

O que ensina o caso da UGF?

O Ministério da Educação tem um papel fundamental: regular a educação superior. É necessário que seja demonstrado que regular é mais que promover o encerramento de instituições, ademais se elas não têm problemas acadêmicos. Se o MEC é incapaz de controlar os processos de gestão econômico-financeira das Mantenedoras, como no caso da Galileo, é necessário que ele crie condições de melhor monitoramento. O empréstimo compulsório, de salários e verbas rescisórias, para formar capital de giro é um absurdo. O MEC permite a várias mantenedoras, que arrecadem matrículas e mensalidades, deixando de pagar devidamente salários e verbas rescisórias, e de investir regularmente em manutenção e melhoria do ambiente acadêmico de aprendizagem. 

Senão o MEC a controlar essas situações, quem? O controle e a regulação precisam ter melhores dispositivos que a extinção de patrimônio sociocultural, como são Universidades. Se a IES não é o ente jurídico concessionário; o ente jurídico cedente, a saber, o MEC, deve usar de todos os recursos para proteger a IES e a comunidade acadêmica. Educação superior é serviço prestado sob concessão.

Proteção da comunidade acadêmica deve ser mais que transferir os alunos, deve ser mais que encerrar uma Universidade:
- porque existe o dispositivo da intervenção (Decreto Lei 5773/2006, Arts. 52 e 55)? 
- porque existem meios administrativos de revogação e transferência de mantença? 

É evidente que, o ideal, é que as Mantenedoras atuem regularmente, pagando salários devidamente, mantendo e aprimorando o ambiente acadêmico de aprendizagem. E quem deve zelar por isso? Primeiramente, a própria comunidade acadêmica. E, neste sentido, a comunidade acadêmica da Universidade Gama Filho está de parabéns, por todo o denodado esforço de estudantes, funcionários e docentes. Em segundo lugar, e em favor da comunidade acadêmica, o MEC.

Não esperamos menos do Estado brasileiro.

Que o MEC atue, não provocando mais dano social, e sim promovendo mais bem-estar para a sociedade brasileira. Permitindo que IES competente permaneça a existir, garantindo a manutenção de espaço social de educação superior de qualidade, com postos de trabalho para funcionários administrativos e docentes, trabalhadores da educação, e assegurando aos estudantes o direito de concluir sua formação onde tenham escolhido estudar.

EXIGÊNCIA DE APOIO ÀS DEPUTADAS E AOS DEPUTADOS FEDERAIS DO RIO DE JANEIRO

Docentes, funcionários e discentes. Os contatos que temos feito com os parlamentares federais  do Rio de Janeiro tiveram respostas dos Deputados Stpan Nercesian, Eurico Júnio, Mandieta e Chico Alencar. Na ALERJ, temos o apoio constante dos Deputados Robson Leite e Paulo Ramos.

Vamos insistir para que todos eles nos apoiem neste momento crucial.

NÃO AO DESCREDENCIAMENTO DA UGF!

EM DEFESA DO DIREITO DOS ESTUDANTES CONCLUÍREM SEUS CURSOS NA UNIVERSIDADE QUE ESCOLHERAM ESTUDAR!

EM DEFESA DOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO, DESCREDENCIAMENTO E DESEMPREGO, NÃO!


Prezadas Deputas e Deputados Federais do Rio de Janeiro;

A situação da má gestão da Universidade Gama Filho chegou, ao que parece, ao ápice. O MEC quer usar como remédio a esta situação uma medida duríssima, a extinção da universidade. Senhoras e senhores deputados, uma universidade é um patrimônio sociocultural não desprezível, ademais contando ela 75 anos, nunca havendo dessa instituição qualquer curso descredenciado. A UGF formou profissionais relevantes, mantém pesquisa, possui quatro cursos de pós-graduação strictu senso, ou seja, possui sólida condição acadêmica, comprovada pelas sucessivas avaliações do INEP. O Dec. Lei 5773/2006, fundamentado na LDB, propõe, dentre as medidas alternativas ao descredenciamento, a intervenção, que deve ter suas condições determinadas pelo secretário de regulação. Não há nada na legislação que impeça, se houver intervenção, o fato dela se dar na esfera financeiro-administrativa. Porém, se o MEC se julga incompetente ou insuficiente para tanto, no caso da UGF, há a alternativa de transferência de mantença, haja vista que a SUGF está com réplica, em apreciação pela SERES, solicitando que a mantença da UGF, conferida à Galileo, seja revogada (a réplica pode ser lida em (http://adgfdocentes.blogspot.com.br/2013/12/replica-da-sugf-em-requisicao-de.html). Ou seja, ou intervenção ou transferência de mantença, constituem soluções menos danosas que o descredenciamento. O descredenciamento, além de gerar dificuldades na vida acadêmica dos estudantes, deixará 1700 trabalhadores e eleitores cariocas desempregados. Senhoras e senhores deputados federais do Rio de Janeiro, é urgente que nos auxiliem neste pleito. Requeiram ao MEC que sua ação em relação à UGF tome um destes dois outros rumos: intervenção ou transferência de mantença. Descredenciamento, não!

Atenciosamente, 

Jorge Atilio Silva Iulianelli
Secretário Geral
Associação de Docentes da Universidade Gama Filho

E-mails das Deputadas e Deputados Federais, Senadores do Rio de Janeiro e Membros da Comissão de Educação do Congresso:

dep.adrian@camara.leg.br,
 dep.alessandromolon@camara.leg.br,
 dep.alexandresantos@camara.leg.br,
 dep.alfredosirkis@camara.leg.br,
 dep.andreiazito@camara.leg.br,
 dep.anthonygarotinho@camara.leg.br,
 dep.aroldedeoliveira@camara.leg.br,
 dep.aureo@camara.leg.br,
 dep.beneditadasilva@camara.leg.br,
 dep.celsojacob@camara.leg.br,
 dep.chicoalencar@camara.leg.br,
 dep.deley@camara.leg.br,
 dep.dr.adilsonsoares@camara.leg.br,
 dep.dr.carlosalberto@camara.leg.br,
 dep.dr.paulocesar@camara.leg.br,
 dep.edsonezequiel@camara.leg.br,
 dep.edsonsantos@camara.leg.br,
 dep.eduardocunha@camara.leg.br,
 dep.euricojunior@camara.leg.br,
 dep.felipebornier@camara.leg.br,
 dep.fernandojordao@camara.leg.br,
 dep.fernandolopes@camara.leg.br,
 dep.franciscofloriano@camara.leg.br,
 dep.glauberbraga@camara.leg.br,
 dep.hugoleal@camara.leg.br,
 dep.jairbolsonaro@camara.leg.br,
 dep.jandirafeghali@camara.leg.br,
 dep.jeanwyllys@camara.leg.br,
 dep.jorgebittar@camara.leg.br,
 dep.leonardopicciani@camara.leg.br,
 dep.liliamsa@camara.leg.br,
 dep.luizsergio@camara.leg.br,
 dep.manuelrosaneca@camara.leg.br,
 dep.marcelomatos@camara.leg.br,
 dep.miroteixeira@camara.leg.br,
 dep.otavioleite@camara.leg.br,
 dep.paulofeijo@camara.leg.br,
 dep.rodrigomaia@camara.leg.br,
 dep.romario@camara.leg.br,
 dep.sergiozveiter@camara.leg.br,
 dep.simaosessim@camara.leg.br,
 "Dep. Stepan Nercessian" <dep.stepannercessian@camara.leg.br>,
 dep.vitorpaulo@camara.leg.br,
 dep.walneyrocha@camara.leg.br,
 dep.washingtonreis@camara.leg.br,
 dep.zoinho@camara.leg.br,
 eduardo.lopes@senador.leg.br,
 francisco.dornelles@senador.leg.br,
 lindbergh.farias@senador.leg.br,
 dep.gabrielchalita@camara.leg.br

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014


NÃO AO DESCREDENCIAMENTO!

Exma. Sra. Presidenta da República, Dilma Roussef;

Precisamos de seu auxílio para demover o MEC da insanidade de propor o descredenciamento da UGF. Somos uma universidade que tem todas as condições acadêmicas aprovadas pelas avaliações do INEP. O País que cria universidades deve ser capaz de preservá-las. Não se pode ter o descredenciamento como única ação de solução definitiva, haja vista que  o Dec. lei 5773/2006 afirma no art. 52 a possibilidade de interveção e o art. 55 e o art. 55 afirma que o secretário deve determinar suas condições. Com a Galileo, ao invés de descredenciar que haja intervenção. Senão, que se responda antes ao requerimento da SUGF, que se oferece como mantenedora alternativa. A UGF não tem carência de mantenedoras, tem até disputa pela mantença. Isso mostra que temos qualidade suficiente para nossa autosificiência financeira. Deve o MEC cooperar com nossa preservação e não o inverso. Presidenta, seu apoio é fundamental.

Atenciosamente;

ADGF

Encaminhado por meio do Fale com a Presidenta

EXISTEM ALTERNATIVAS REAIS AO DESCREDENCIAMENTO?

O próprio MEC foi autor, em pelo menos dois casos recentes, aceitou soluções para o mesmo problema, a saber, má gestão administrativa, que não foram o descredenciamento:

Ano
Universidade
Problema
Ação do MEC
2004
PUC Petrópolis (RJ)
Má gestão administrativa, atrasos de pagamentos de salários
Promovido pela Justiça Federal, intervenção administrativa
2013
ULBRA
Má gestão administrativa, atrasos de pagamentos de salários
Promovido pela Justiça do Trabalho, intervenção no controle das contas para pagamentos de salários
2012-2014
UGF
Má gestão administrativa, atrasos de pagamentos de salários

DESCREDENCIAMENTO, NÃO!

Link caso Petrópolis





Porque estudantes, funcionários e docentes da UGF resistem e dizem não ao descredencimento?

Educação é ato amoroso que se faz no dia-a-dia. Universidades são patrimônio da sociedade, fazem a reprodução social dos saberes e criam saberes novos para construir modos de ser da nação. O Estado é quem deve proteger este patrimônio. A proteção deste patrimônio está em risco no caso da Universidade Gama Filho. A mantenedora, autorizada pelo MEC desde maio de 2012, não tem cumprido devidamente com seu papel. E, o MEC, quer o caminho mais fácil, sair de cena...

NÃO AO DESCREDENCIAMENTO!

Ontem, no Centro do Rio de Janeiro, paralisamos a Avenida Rio Branco, e nossos estudantes estavam em Brasília... porém, o MEC elegeu a surdez seletiva:




segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

SEM SALÁRIOS, SEM AULAS: ATO EM FAVOR DA UGF E DOS POSTOS DE TRABALHO

AMANHÃ, 7 DE JANEIRO DE 2014,

 PROFESSORAS E PROFESSORES, 

NÃO ADIANTA FICAR EM CASA RECLAMANDO. NOSSOS SALÁRIOS, NÃO ESTÃO PAGOS. PRECISAMOS NOS ORGANIZAR. O ATO NA CANDELÁRIA É PARTE DESSA ORGANIZAÇÃO. COMPAREÇAM, NÃO FALTEM! 

ESTAREMOS LÁ A PARTIR DAS 17H. NÃO AO DESCREDENCIAMENTO! 

EM FAVOR DA SOBREVIVÊNCIA DA UGF! 

EM FAVOR DA MANUTENÇÃO DOS POSTOS DE TRABALHO! 

EM FAVOR DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DOS ESTUDANTES!

domingo, 5 de janeiro de 2014

SEM SALÁRIOS, SEM AULAS: ATO DIA 7/01/2014

Professores e comunidade acadêmica da Universidade Gama Filho;

Nossa luta em favor da UGF e da permanência dos postos de trabalho continua.

Todos juntos, dia 7 de janeiro de 2014, na Candelária, a partir de 17h30, juntos, em favor da UGF!

Por um ano novo, feliz, e com respeito à comunidade acadêmica!

NÃO AO DESCREDENCIAMENTO!

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

2013/2014: O ANO VIRA E NOSSA VIDA ESTÁ VIRADA - SEM SALÁRIOS, SEM AULAS - COM MUITAS LUTAS! NÃO AO DESCREDENCIAMENTO DA UGF!

 QUE BRASIL É ESTE?
PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DA UGF PASSAM FOME COM OS SEUS FAMILIARES

Aos Membros da Comunidade Acadêmica da UGF (Docente, Discentes e Funcionários),
Aos Familiares de Funcionários e Pais de alunos da UGF
Aos Moradores da Cidade do Rio de Janeiro

No dia 27/12/2013 enviamos uma carta para o Sócio-controlador da Galileo Educacional, Dr Adenor Gonçalves dos Santos, com cópias para os diretores Dr. Wanderley Mardini Cantieri e Dr. Alex K. Porto, pedindo para que a mensagem também fosse transmitida para todos os outros diretores do grupo.

Em um breve resumo do que foi escrito nesta carta, cobramos o posicionamento da mantenedora com relação à situação em que chegamos neste momento, no qual nos encontramos: (1) SEM SALÁRIOS DE DIVERSOS MESES [SETEMBRO, OUTUBRO, NOVEMBRO E VENCENDO DEZEMBRO DE 2013 (08/01/2014)]; (2) SEM 13º SALÁRIO; (3) SEM PERCENTUAIS DE SALÁRIOS DE JANEIRO, FEVEREIRO, MARÇO E ABRIL DE 2013; e (4) SEM O 1/3 DE FÉRIAS DE 2013. É importante lembrar que diversas famílias estão passando NECESSIDADES para a compra de ALIMENTOS, pois não há mais dinheiro.

Para que nossas colocações fossem diretas nesta carta enviada, elencamos 8 perguntas que pudessem ser respondidas pelos diretores da Galileo Educacional, até mesmo para que pudéssemos tranquilizar os diversos funcionários, e suas famílias, neste momento difícil. As perguntas estão abaixo:

1) Sabemos que a questão salarial é a principal em toda a problemática. Diante disto, existem recursos para o pagamento de salários de Docentes e Funcionários?

2) Qual é a data real e final para o pagamento de todos os débitos destacados anteriormente? Lembremos que já foram dados 80 dias para que os recursos de pagamento fossem conseguidos.

3) Qual é a real vontade da mantenedora em continuar a frente do negócio?

4) A mantenedora deixará a intervenção ocorrer, bem como o descredenciamento da instituição? Se sim, qual o motivo?

5) Os prazos dados pelo MEC estão se encerrando. Quais serão os procedimentos adotados pela mantenedora neste momento? O pagamento, como sabemos, é a forma mais simples.

6) Quais são as ações previstas pela Mantenedora para que possamos recuperar a credibilidade que foi perdida?

7) Serão tomadas medidas de recuperação das instalações dos campi da instituição? Se sim, quais serão estas medidas e em que prazo?

8) Como estão sendo aplicadas as verbas angariadas com as mensalidades pagas pelos alunos? Os alunos estão fazendo os pagamentos!!

Infelizmente, chegamos ao dia 31/12/2013 (FINAL DO ANO) e não obtivemos NENHUMA RESPOSTA dos gestores para estas questões, a fim de que pudéssemos passar para a COMUNIDADE ACADÊMICA tranquilidade e segurança! O máximo que escutamos neste período foi: “ESTAMOS RESOLVENDO! TUDO DARÁ CERTO! ESTAMOS MUITO CONFIANTES”. Inclusive, foram mais de 3 MESES SEM NOS PAGAR para que pudessem resolver os problemas que teoricamente já estariam resolvidos, pois só dependeriam de AJUSTES, como sempre bem disse a direção da mantenedora! Somos PRIVADOS de qualquer tipo de informação realmente importante e relevante que esteja associada com a vida INSTITUCIONAL. Realmente tínhamos um canal de comunicação, no entanto, com o passar dos dias, observamos sua extinção por vontade dos gestores da GALILEO!

Vale expor aqui que na penúltima reunião que tivemos com o MEC em Brasília, perguntamos ao Secretário Geral de Regulação e Supervisão da Educação Superior sobre o projeto que a Galileo Educacional havia submetido ao ministério. Questionamos se os problemas que se apresentam hoje não poderiam ter sido identificados naquele momento da submissão dos planos e escutamos a afirmação de que este conjunto de planos e ações era EXCELENTE, haja vista que seu julgamento se deu por uma comissão altamente especializada! Tendo em vista isto, perguntamos se poderíamos ter acesso aos documentos e ao parecer dado pela comissão que analisou o projeto, mas este pedido nos foi negado! 

Vale ressaltar que de acordo com a Lei de Acesso à Informação (LEI 12.527, de 11 de Novembro de 2011), é direito do cidadão ter acesso à informações que se fazem importantes para o seu interesse particular ou para um conjunto de pessoas, salvo os casos em que as informações sejam: (1) Sigilosas, quando considerada imprescindível à segurança da sociedade (à vida, segurança ou saúde da população) ou ao Estado (soberania nacional, relações internacionais, atividades de inteligência); e (2) Pessoais; e ambas devem ser protegidas e ter o seu acesso e a divulgação controlados. Neste caso, não se aplicaria nenhuma das duas categorias, uma vez que os interesses estariam associados também aos trabalhadores e estudantes que dependem desde grupo de mantenedores.

Desta forma, diante desta situação, podemos nos questionar se a decisão do MEC foi bem acertada, e se realmente este plano apresentado era realmente EXCELENTE! Começamos a pensar que este conjunto de problemas que vivemos hoje poderia ter sido evitado com uma melhor análise, responsabilidade e rigidez por parte do Ministério da Educação. Devemos deixar claro que a responsabilidade de aprovação da mantença de uma instituição é do MEC e deve ser monitorada pelo mesmo. Portanto, é óbvio que em casos de problemas, caberá ao MEC ter que tomar medidas que preservem a Instituição, os Funcionários e os seus Estudantes, e PRINCIPALMENTE, corrijam um possível erro em ter aprovado a mantença que temos nos dias de hoje na UGF.

Infelizmente não possuímos “poderes extra-sensoriais”, que consigam nos favorecer com a capacidade de adivinhar o que acontecerá ao futuro de nossa instituição, no entanto o SILÊNCIO os quais os nossos gestores nos impõem, nos leva a crer que há INCERTEZA!!

Não escrevemos, ou falamos, utilizando BOATOS e sim FATOS, que nos levam a crer que a FALTA DE RESPOSTA de nossos GESTORES nos apontam um NEGATIVO e PÉSSIMO futuro para a nossa UGF.

Não somos PEDINTES de repostas e sim TEMOS O DIREITO às respostas, que devem ser dadas URGENTEMENTE por nossos gestores! Temos o direito de saber TODAS AS INFORMAÇÕES, pois trabalhamos, cumprimos nossa parte no Termo de Saneamento de Deficiências (TSD), em que nos compete Ensinar, Pesquisar e realizar atividades diversas para que a universidade dê certo e possa se manter. Somos parte atuante do TSD assinado pela Galileo Educacional diante do MEC.

EXIGIMOS RESPOSTAS E EXPLICAÇÕES À MANTENEDORA!!!

Gostaríamos de deixar claro que fizemos TUDO o que foi possível para obter respostas e saídas para todos os problemas que surgiram diante da administração de nossos gestores (sócio-controlador e diretores), mas as informações são GUARDADAS AS 7 CHAVES e não são divulgadas.

Até o presente momento não optamos por escolher tomar medidas mais drásticas, que pudessem entrar em embate grave com a mantenedora, tendo a ideia de que poderíamos fazer com que a instituição pudesse caminhar sem problemas. A GREVE atual foi  ferramenta utilizada para que pudéssemos negociar saídas para os problemas, e é necessária para que possamos demonstrar o quanto não concordamos com nenhuma das atitudes administrativas que estão colocando a Universidade Gama Filho a perda.

Diante do comportamento silencioso da mantenedora, das ações de administração que se repetem seguidamente e dos elementos que ficam mais evidentes a cada dia, é inevitável, infelizmente, que comecemos a desconfiar dos reais propósitos e intenções que envolvem a mantença de nossa IES pelo Grupo Galileo Educacional.

Aguardando as devidas respostas aos nossos questionamentos, anseios, dúvidas e CLAMANDO POR SOCORRO aos que possam ajudar e de direito possam fazer as ações devidas,

Desejamos um Ano de 2014 com mais dignidade e respeito para todos,

ADGF e Comunidade Acadêmica.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Carta da Direção da ADGF ao Pastor Adenor e à diretoria da Galilleo Educacional

Carta da Direção da ADGF ao Pastor Adenot e à diretoria da Galilleo Educacional

Prezados Dr. Adenor Gonçalves dos Santos, Dr. Wanderley Mardini Cantieri, Dr. Alex Kleymann Porto e demais diretores,
Bom Dia!!!
Hoje, dia 27/12/2013 (2 dias após o Natal), chegamos a uma situação insustentável e caótica diante de todos os funcionários de nossa instituição de ensino, tendo em vista que neste momento a mantenedora completa os seguintes débitos com os docentes:
- Professores Não-demitidos: (1) ausência do salário de Outubro/13; (2) ausência do salário de Novembro/13; (3) ausência do pagamento de acordo em que deveriam ter sido pagos no mês de Outubro: 30% de salário referente à Fevereiro/13 e 30% de salário referente à Março/13; (4) ausência do pagamento de acordo em que deveriam ter sido pagos no mês de Dezembro/13: 20% de salário referente à Abril/13; (5) ausência do 13º salário, que deveria ter sido pago em 20/12/2013; (6) ausência do pagamento de 1/3 de férias de 2013, até o presente momento. Total de atraso em dias: 80 dias


- Professores com demissão anulada: ausência de todos os pagamentos anteriores, somados ao salário de Setembro/13. Total de atraso em dias: 110 dias.


Além disto, observamos as péssimas condições de trabalho, que envolvem: (a) salas de aula deterioradas; (b) falta de condições de higiene; (c) falta de SEGURANÇA; dentre outros problemas, como o não recolhimento de FGTS e repasse de INSS e as dívidas com todos os que foram demitidos.


Diante de todos os problemas destacados anteriormente, inevitavelmente, chegamos à deflagração da Greve, que foi protelada ao máximo para que não chegássemos a este ponto.


Associado a todos estes eventos, observamos que no dia 12/12/2013, o Ministério da Educação fez duras sanções aos problemas destacados, que culminam com o não cumprimento do Termo de Saneamento de Deficiências (TSD). Estas sanções vieram acompanhadas de prazos curtos para que possam ser dadas as respostas, pela Mantenedora, aos problemas vivenciados. Inclusive o atual prazo para resposta à portaria 672, que está se encerrando no dia de hoje (27/12/2013).


Durante todos estes dias foram divulgadas diversas datas para o pagamento de salários, com o não cumprimento para as mesmas. Muitas foram às explicações dadas ao corpo docente, funcionários e corpo discente, no entanto foram diversas as contradições nestas explicações. O grau de ansiedade aumentou e a credibilidade da mantenedora, incondicionalmente, despencou diante de todos.


A ausência de crédito da Mantenedora clama por alguma ação imediata. Causa espécie que diante de tal descalabro inexista qualquer comunicação oficial da Mantenedora, explicando o que quer que seja, e, nem mesmo informando nenhum procedimento para responder à Portaria 672 do MEC. Estamos todos em papos de aranha, é de profunda irresponsabilidade com os estudantes os procedimentos que os senhores têm adotado. É aviltante que a Mantenedora, sem cumprir nenhum compromisso, ainda mantenha a cobrança de mensalidades. Exigimos a mais pronta comunicação da Mantenedora e atitudes que correspondam à reparação das violações de direito que têm perpetrado.


Com muita indignação, 


Diretoria da ADGF

NENHUMA POSTAGEM DE COMENTÁRIO É OFICIAL

A política de comunicação do Blog é democrática, sem avalizar nenhum comentário. Apenas as postagens principais são comunicações oficiais da direção da ADGF.